Paróquia Nossa Senhora Consolata acolhe três ordenações diaconais

Os quenianaos Gabriel Oloo Ochieng e Paul Okoth Auma e o tanzaniano Heradius Germanus Mbeyela são ordenados pelas mãos de dom Sérgio de Deus Borges, bispo da Região Santana, São Paulo.

Por Paulo Mzé*
Fotos: Stephen Ngari

A Paróquia Nossa Senhora Consolata, da Região Santana, Arquidiocese de São Paulo acolheu a ordenação de três jovens missionários da Consolata: os quenianos Gabriel Oloo Ochieng e Paul Okoth Auma e o tanzaniano Heradius Germanus Mbeyela.

IMG_5702As ordenações aconteceram no princípio da noite do dia 27 de fevereiro de 2016. A celebração começou às 18h00, na paróquia situada no Jardim São Bento, uma dentre tantas onde os missionários da Consolata desenvolvem o seu apostolado. Na celebração, os candidatos à ordem do diaconato, além da comunidade paroquial, contaram com a presença de colegas, amigos benfeitores, leigos, missionárias e confrades.

A celebração foi presidida pelo bispo dom Sérgio de Deus Borges, auxiliar da Arquidiocese de São Paulo e vigário episcopal para a Região Santana. Além da presença de outros concelebrantes, entre sacerdotes, dentre os quais padre Luiz Carlos Emer, superior dos Missionários da Consolata no Brasil e diáconos. Distinta presença foi do bispo dom Elio Rama, Missionário da Consolata, da diocese de Pinheiro, no Maranhão.

A liturgia escolhida para a celebração foi a do terceiro domingo da Quaresma. A animação litúrgica, principalmente o cântico, esteve a cargo dos seminaristas do Seminário Teológico Internacional Padre João Batista Bísio.

Em um dos momentos mais aguardados da celebração, dom Sergio partilhando a Palavra de Deus e falando sobre o diaconato, lembrou que esse ministério nos coloca na mesma condição de Jesus, que durante a sua vida assumiu a condição de servo. Os candidatos ao diaconato através da ordenação diaconal fazem com que Cristo assuma o centro de suas vidas. “O Ano Jubilar Extraordinário da Misericórdia nos faz pensar o diaconato como exercício da misericórdia de Deus”, enfatizou.

No final da celebração, o diácono Paul, em seu nome e em nome dos demais recém-ordenados agradeceu a todos, indistintamente, pela presença na celebração. Fazendo alusão ao tempo percorrido de formação citou nomes de missionários, formadores, familiares que de uma forma ou de outra ajudaram e continuam ajudando em sua caminhada formativa. Disse que o melhor que eles estão oferecendo à Igreja através do Instituto Missões Consolata é o seu sim para a Missão. Disse também confiar que o Senhor os chamou, porque “não escolhendo os capacitados, capacita os escolhidos”.

Após a celebração, os presentes foram acolhidos no salão paroquial para um jantar de confraternização.

Os Missionários da Consolata chegaram ao Brasil no dia 17 de fevereiro de 1937, depois de terem iniciado as missões no Quênia em 1902 e na Tanzânia em 1919.

*Paulo Mzé é diretor da revista Missões.

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