Mutirão pela vida - por teto, terra e trabalho

Comissão Episcopal pela Ação Sociotransformadora prepara o lançamento da 6ª Semana Social Brasileira.

Por Gianfranco Graziola*

Dom José Valdeci, Bispo de Brejo (MA) nos apresenta esta Semana Social Brasileira e nos anima para uma participação efetiva e ativa.

semanasocialbrasileira“Mutirão pela Vida – por Terra, Teto e Trabalho” será o tema da 6ª Semana Social Brasileira cujo processo de realização terá início com o lançamento na 58ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, em abril de 2020, e o encerramento, com a etapa nacional, em julho de 2022.

O objetivo da 6ª Semana, aprovada na 57ª Assembleia Geral do episcopado brasileiro, é mobilizar a sociedade tendo em vista o fortalecimento da democracia. Um outro objetivo é também fortalecer a ação das Pastorais Sociais da Igreja na defesa da população e dos grupos que se encontram em situação de maior vulnerabilidade.

Como parte da estratégia de mobilização, será realizado um Seminário Nacional de Mobilização da 6ª Semana, de 3 a 5 de julho de 2020, em Brasília, DF, com representantes dos regionais, igrejas, entidades e movimentos parceiros. A 6ª Semana Social Brasileira terá como eixos: defesa da soberania e da democracia e promoverá um debate sobre o sistema econômico do país.

Dia 13 de fevereiro, o grupo de preparação se reuniu pela segunda vez para detalhar a metodologia e as estratégias do processo de organização e mobilização da 6ª Semana Social Brasileira, o que incluirá um texto base e guia metodológico. O grupo de preparação pede que, desde já, as dioceses, comunidades e organizações, reservem em as datas em suas agendas. A proposta será apresentada ao episcopado brasileiro em sua 58ª Assembleia Geral, que acontece de 22 a 30 de abril, em Aparecida (SP).

A 6ª Semana Social Brasileira tem como parceiros em sua realização as Pastorais Sociais e a Comissão para a Ação Sociotransformadora da CNBB, a Conferência Nacional dos Religiosos do Brasil, movimentos sociais, como o Movimento de Atingidos pela Mineração (MAM), o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Movimento Nacional Fé e Política e o Conselho Nacional de Igrejas (Conic).

*Gianfranco Graziola, imc, é da Coordenação Nacional da Pastoral Carcerária. Com iniormações da CNBB.

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